Tempo

Tempo

Tempo

Senhor de todos!
De títulos justos ou não
Dos vivos, dos esperançosos, dos esquecidos
Das honras em fugazes segundos.

Senhor de misteriosa trindade:
De passado imemorial
De futuros possíveis
De presente superficial

Permite em breves momentos
Um prazer de vida saborear
Entre sorrisos ou lágrimas
O infinito, agora, fixar.

Dos vagidos aos finais gemidos
Entre sussurros e segredos
Está o mestre maior: o Homem
Que cria o próprio enredo.

Girando o Homem em seu eixo,
Põe o Tempo em movimento.
A matéria parece real,
Mas é puro pensamento.

Seríamos todos livres,
Sem ponteiros, números e norte.
Se conceitos não existissem
Não haveria o Começo, o Tempo e a Morte.

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